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quinta-feira, 22 de junho de 2017

José Eduardo Agualusa vence prémio literário de Dublin

O escritor angolano José Eduardo Agualusa foi distinguido hoje com o prémio literário internacional de Dublin, pela tradução inglesa do romance "Teoria Geral do Esquecimento", foi ontem anunciado (21 de Junho de 2017).
 
 
José Eduardo Agualusa era finalista do prémio literário internacional de Dublin deste ano, numa edição em que o escritor moçambicano Mia Couto estava também entre os finalistas, com a tradução de "A Confissão da Leoa".
 
O prémio literário de Dublin, de 100 mil euros, é gerido pelas Bibliotecas Públicas de Dublin, com o apoio da autarquia da capital irlandesa e é atribuído todos os anos a um livro escrito ou traduzido para inglês.
 
Os 100 mil euros do prémio são entregues na totalidade ao autor se o livro tiver sido escrito em inglês ou, caso se trate de uma tradução, repartidos em 75 mil euros para o escritor e 25 mil para o tradutor.
O processo de nomeações para o prémio é feito por mais de 400 bibliotecas a nível mundial, sendo o júri da edição deste ano composto pela editora e professora universitária Ellah Wakatama Allfrey, pela tradutora e crítica Katy Derbyshire, pela escritora Kapka Kassabova, pelo professor universitário Chris Morash, pelo também escritor Jaume Subirana e por um elemento sem poder de voto, que preside ao painel, desempenhado pelo antigo juiz e atual parceiro de uma sociedade de advogados em Washington, Eugene R. Sullivan.
 
"Teoria Geral do Esquecimento", de José Eduardo Agualusa, que já havia sido finalista do Man Booker International em 2016, recebeu nomeações de quatro bibliotecas: Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles, em Brasília, no Brasil, a croata Gradska Knjiznica Rijeka, a Biblioteca Municipal de Oeiras e a Biblioteca Pública Municipal do Porto, em Portugal.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Cabo Verde- Kola San Jon e o livro "Cultura Proibida, Património Estimado"

O lançamento do livro “ Cultura Proibida, Património Estimado “, versando a riqueza do Kola San Jon, expressão cultural nas ilhas de São Vicente, Santo Antão e São Nicolau (Cabo Verde), decorreu no dia 12 de junho, no auditório da sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
 
Depois do lançamento do livro, o “grupo do Kola San Jon invadiu com o barco, incentivado pelo rufar dos tambores, a Baixa lisboeta, Alfama e Mouraria, inserido nas Festas de Lisboa.

O grupo do Kola San Jon da Associação Cultural Moinho da Juventude festeja, desde 1991, os Santos Populares no Bairro do Alto da Cova da Moura. Em 2013, a festa do Kola San Jon foi reconhecido como Património Cultural Imaterial de Portugal.

Aqui o filme que foi criado no âmbito da candidatura da Festa de Kola San Jon ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial .